Sou Mirela Esteves, psicanalista clínica.
Meu trabalho é acompanhar pessoas que estão vivendo algum tipo de sofrimento psíquico ou que desejam compreender melhor a própria história.
Na psicanálise, a fala ocupa um lugar central.
Através dela, procuro compreender, junto com cada pessoa, os sintomas, comportamentos, relações e repetições que fazem parte de sua história.
Meu trabalho não se resume a ouvir. É preciso estar atenta ao que aparece na fala, reconhecer o que merece ser aprofundado e interpretar aquilo que pode ajudar a compreender melhor cada caso.
Para isso, cada pessoa exige estudo, dedicação e um olhar singular.
O vínculo construído durante o processo permite que conteúdos difíceis possam ser colocados em palavras e trabalhados com segurança.
Falar livremente, sem precisar organizar tudo previamente, pode permitir que novas conexões e significados apareçam.
Formas de pensar, sentir, agir e se relacionar podem se repetir e também aparecer durante o processo analítico.
A partir daquilo que surge na fala, alguns elementos podem ser aprofundados e interpretados, buscando compreender o que está por trás dos sintomas e comportamentos.
Ao longo do processo, experiências e conflitos podem ganhar novos sentidos e ser compreendidos de outras maneiras podendo contribuir com melhora na qualidade de vida e a forma que o indivíduo lida com as adversidades.
Quando a preocupação, a tensão ou a sensação de estar no limite começam a ocupar espaço demais.
Conflitos, separações e situações que parecem se repetir.
Quando o desânimo e a perda de interesse começam a interferir na vida.
Quando as exigências da rotina chegam a um ponto difícil de sustentar.
As perdas podem mobilizar questões que nem sempre conseguimos elaborar sozinhos.
Questões relacionadas à própria imagem, autocobrança e relação com o corpo.
Quando determinados comportamentos passam a produzir sofrimento ou sensação de perda de controle.
Tenho especialização nessa área, com estudos relacionados aos comportamentos compulsivos, à distorção de imagem e às questões relacionadas ao corpo.
Cada caso traz questões diferentes e exige atenção, estudo e dedicação.
Minha prática é sustentada pela experiência clínica, pela minha própria análise, pela supervisão dos casos e pela formação contínua.
Também sou membro do LaPSuS — Laboratório de Psicopatologia, Sujeito e Singularidade da Unicamp.
Faço parte e também conduzo grupos de estudos e seminários teóricos.
Também possuo formação complementar em Inteligência Emocional pelo IBC.
Tenho especialização em Transtornos Alimentares, área que envolve questões relacionadas aos comportamentos compulsivos, à distorção de imagem e ao corpo.
Meu olhar para essas questões parte da compreensão de que os sintomas e comportamentos não existem isoladamente.
Por isso, procuro compreender cada caso a partir da história e da singularidade de quem está diante de mim.
A psicanálise foi criada pelo médico Sigmund Freud no final do século XIX e, desde então, passou por diferentes desenvolvimentos, autores e escolas.
Seu foco permanece na investigação do inconsciente e na singularidade de cada sujeito.
Através da fala, da associação livre e da interpretação, o trabalho psicanalítico busca compreender como conflitos, experiências, desejos e repetições inconscientes podem participar daquilo que cada pessoa vive.
Mais do que simplesmente falar sobre os problemas do dia a dia, a psicanálise propõe investigar aquilo que pode estar por trás deles.
A primeira sessão é uma entrevista preliminar.
É o momento para você falar sobre o que trouxe você até aqui, tirar dúvidas e conhecer minha forma de trabalho.
Os encontros acontecem, em geral, uma vez por semana e duram aproximadamente 50 minutos.
Atendo online e presencialmente em Campinas e Paulínia.
Depois do primeiro contato, combinamos um horário fixo semanal para os encontros.
Meu trabalho já foi avaliado por pessoas que passaram pelo processo de atendimento.
Se a sua pergunta não estiver aqui, entre em contato.
A psicologia é uma graduação universitária, com diferentes abordagens e linhas de trabalho. A psicanálise é um campo próprio, criado por Sigmund Freud, que se dedica à investigação do inconsciente e à singularidade de cada sujeito.
A formação do psicanalista se apoia em três pilares: estudo teórico, análise pessoal e supervisão clínica. Sou psicanalista, e minha formação e prática clínica são fundamentadas na Psicanálise.
Não existe um prazo padrão. Cada processo é singular e depende das questões e do percurso de cada pessoa.
A análise não é pensada como uma solução rápida, mas como um processo de investigação e elaboração.
A frequência que trabalho é, em geral, semanal, especialmente no início do tratamento. Podemos conversar sobre sua situação no primeiro contato.
A repetição é uma questão importante para a psicanálise e pode revelar aspectos que nem sempre percebemos conscientemente.
Não. Você pode procurar análise justamente porque sente que alguma coisa não está bem, mesmo sem conseguir explicar exatamente o que é.
O primeiro contato também pode ser um espaço para tirar dúvidas, falar sobre o que está vivendo e conhecer melhor minha forma de trabalho.
Você não precisa chegar com tudo explicado.
Podemos começar pelo que está acontecendo hoje.